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A telemedicina chegou para ficar?

A chegada do Covid-19 tem nos mostrado uma serie de melhorias que necessitam serem feitas para suprir a demanda de necessidades que a pandemia nos trouxe. A tecnologia na área da saúde no Brasil foi um dos pontos que mais se mostraram importantes e com isso houve um investimento significativo em telemedicina, uma maneira para conseguir manter as consultas e atendimentos mais seguro para pacientes e médicos. Em abril de 2020, foi sancionada a Lei que permite o uso de telemedicina no Brasil durante a crise da pandemia. As teleconsultas além de contribuir no auxilio para suprir demandas e potencializar a capacidade de atendimento tem ajudado principalmente aos idosos e pessoas consideradas em grupos de risco, portanto, essa ferramenta sem sido essencial no tratamento de pessoas com doenças crónicas e cardiopatas.


Apesar das vantagens da telemedicina o uso ainda é exclusivo para o período da pandemia, as teleconsultas não substituiria o atendimento médico presencial mas funcionaria como uma forma de complementá-lo, como por exemplo nas consultas de retorno aonde é necessário em muita das vezes apenas a conversa entre médico e paciente. Ou seja, a telemedicina pode auxiliar na redução de filas em hospitais e clínicas além de reduzir a exposição de médicos e pacientes ao vírus.


Além da necessidade de treinamento de pessoas capazes de utilizar a ferramenta de telemedicina, o modelo utilizado hoje necessita de revisões e melhorias mas tem se mostrado benéfico e eficaz na democratização no acesso á saúde no Brasil. Precisamos de mais tecnologias que garanta a segurança dos dados repassados entre profissionais da saúde e entre paciente e médico, além de uma comunicação mais segura.



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